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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Fora Fosfateira

Sou de Capivari de Baixo e trabalho com engenharia elétrica a mais de 15 anos.
Ao tomar conhecimento deste empreendimento fiquei preocupado e muito triste ...
preocupado pelo fato da nossa água vir daquela região e de suas nascentes e triste pela destruição que o empreendimento iria causar numa região delicada como é a nossa serra Catarinense, que tem tradição turística, agricultura familiar e culturas orgânicas.
Fiquei mais preocupado ainda depois que falei com o meu amigo Fernando e ao fazer uma pesquisa sobre a Bunge no Google, é neste momento que a gente vê o que a grande mídia não nos mostra e nos damos conta que as pessoas que escolhemos pra dirigir as nossas cidades, estados e até a nossa nação nos iludem com seus discursos vazios e mentirosos para depois tirarem proveito do poder que recebem...
Faça você também a sua pesquisa na grande rede e descubra o lado podre dessas empresas que se vestem de verde e querem nos deixar uma herança de destruição, igual como fazem no Piauí e em Minas Gerais....
Um recado para os nossos ilustres políticos: Os senhores não precisam se render as pressões desses grupos que jogam sujo porque o povo que os elege espera o melhor destes representantes, vamos saber reconhecer quem esta do nosso lado.
Eraldo Nazário


Clique na imagem para participar a conhecer melhor o que propomos...




Veja mais detalhes clicando na imagem ou mais abaixo na 4ª postagem...



Junte-se à nós e garanta esta bela região para os seu filhos e netos
Eraldo

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ziraldo ilustra cartilha sobre orgânicos que Monsanto proíbe na Justiça, será verdade ou não?

O Ministério da Agricultura lançou recentemente uma cartilha informando a população sobre os benefícios de alimentos livres de agrotóxicos, bem como sobre a questão dos produtos transgênicos que “colocam em risco a diversidade de variedades que existem na natureza”. Porém essas cartilhas não serão distribuídas porque a indústria dos alimentos transgênicos (Monsanto), entrou com uma ação que impede a distribuição.

Será que desistiu da ação ao ver o grande movimento que se levantou?

Será que tem alguma verdade nisso ou é uma jogada de Marketing de alguém...
( Um povo ignorante é bem mais fácil de ser conquistado, sempre desconfie e questione... )

Já está disponível no site do MAPA!
Para acessar, vá na página www.agricultura.gov.br, no menu à direita clique em "Agricultura Orgânica", no menu à esquerda clique em "Publicações e Artigos", Clique em "O Olho do Consumidor" e pronto!
http://www.agricultura.gov.br/images/MAPA/arquivos_portal/ACS/cartilha_ziraldo.pdf

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

ECOFONT

A agência holandesa Spranq criou a "Ecofont" - uma fonte desenvolvida para economizar a tinta que é utilizada quando imprimimos documentos em papel.

Após estudar várias formas buscando manter boa legibilidade, resolveram tirar pequenos círculos do interior da fonte Vera Sans, uma fonte open source que pode ser baixada gratuitamente e utilizada na sua casa, escritório ou empresa tanto no PC quanto no Mac. A fonte é capaz de economizar até 20% de tinta na impressão. Faça as contas e veja o quanto você consegue economizar.

  1. Clique em Iniciar e em Executar.
  2. Digite %windir%\fonts e clique em OK. ( C:\WINDOWS\fonts )
  3. No menu Arquivo, clique em Instalar nova fonte.

Veja um exemplo da Ecofont abaixo:

Imagem:ecofont.jpg

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Aquecedor Solar Ecológico Reciclável

O Sr. José Alcino Alano de Tubarão - SC - desenvolveu um aquecedor solar de água com coletor feito com tubos e conexões de PVC, garrafas PET e caixas Tetra Pak. Escreveu um manual de construção com características de apresentação semelhantes ao do manual do ASBC. Esse é um projeto que merece ser visto. É uma forma inteligente e econômica de esquentar água e reutilizar materiais recicláveis.

Abaixo o link para donwload do manual...
http://josealcinoalano.vilabol.uol.com.br/manual.htm
( parece que esta fora do ar, pesquise no google )

Também temos um teste comparativo entre coletores ASBC e PET elaborado pela Sociedade do Sol na data de 16/08/2006


(clique na figura)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Fosfateira em Anitápolis / SC

Não precisa ser um especialista pra entender o que vai sobrar desta região após 33 anos de exploração.
PENSE BEM...

A ganância de certos empresários é de uma burrice imensurável...

Quem apoiar esse crime ambiental não será perdoado por seus filhos e neto.


( PARTICIPE DO ABAIXO ASSINADO E PROTEJA O FUTURO DA MATA ATLÂNTICA )

PERMITIREMOS A DESTRUIÇÃO DA SERRA DO RIO DO PINHEIRO?

Permitiremos a destruição da Serra do Rio do Pinheiro
ANTES <==> DEPOIS


RBS entrevista o Prefeito de Anitápolis e a ONG Montanha Viva, veja a opnião de ambos com relação a Fosfateira da Bunge e da Yara em meio a Mata Atlântica e nascentes de vários Rios






Debate na ACIT em Tubarão/sc sobre possível mineração de fosfato na região sul de Santa Catarina.
Cobertura exclusiva na integra ECOTV/ Pró-Fundação Sabor Natureza







Programa Frente a Frente - Debate Mata Atlântica Catarinense X Fosfateira Bunge/Yara.
Cobertura exclusiva na integra ECOTV/ Pró-Fundação Sabor Natureza







Cobertura na integra da Audiência Pública na Assembléia Legislativa, sobre mineração de fosfato em Anitápolis SC Brasil.
Cobertura exclusiva na integra ECOTV/ Pró-Fundação Sabor Natureza






A Industria Fosfateira Catarinense/Bunge-Yara está pleiteando o licenciamento ambiental para a exploração da jazida de fosfato sob a Mata Atlântica Catarinense.

mais detalhes em :

http://montanhaviva.blogspot.com



http://salveanitapolis.blogspot.com/


http://ecotv-ecologico.blogspot.com/


http://bancodoplaneta.com.br/


Podemos parar isso!!!




tem mais...


Os multis Bunge / Yara no Brasil – a jazida de fosfato em Anitápolis/SC




No município de Anitápolis, 100 km distante de Florianópolis, a capital do Estado de Santa Catarina, uma joint-venture da Bunge-Brasil (subsidiária da Bunge-EUA) e Yara-Brasil (subsidiária da Yara-Noruega), está tentando, de explorar durante os próximos 33 anos uma mina de fosfato, uma verdadeira catástrofe ecológica. O projeto, localizado em uma reserva natural pertencente à Mata Atlântica (patrimônio nacional) e numa bacia hidrográfica, põe diretamente em risco mais de 200.000 pessoas, e tem conseqüências terríveis para os ecossistemas vizinhos e os recursos hídricos.


Está projetada a construção de 2 barragens de rejeitos com 80 m de altura, que por si só são estruturas altamente inseguras. As coisas pioraram ainda mais por conta das fortes chuvas que provocaram inúmeras inundações em todo o Estado (como a atual tragédia de Novembro/2008), eventos que de vez em quando podem potencialmente atingir Anitápolis. Será construída uma fábrica para produzir ácido sulfúrico, necessário para o processamento do fosfato, e caminhões de 35 toneladas constantemente iam transportar, do porto de Imbituba/SC até Anitápolis (200km), produtos químicos para a produção do ácido sulfúrico, e fosfato da cidade de Anitápolis para Lages (160 km), onde terá outro complexo industrial para produzir os fertilizantes.


Se algo de errado acontecer, como uma barragem romper, um derramamento de produtos químicos na fábrica ou um acidente rodoviário com os caminhões, sem duvida provocará danos incalculáveis.


Em 5 fevereiro, houve uma audiência pública em Anitápolis. No final do evento, a Procuradora do Ministério Público Federal, Dr. Analucia Hartmann, disse que, caso teria de decidir naquele momento, o projeto seria inviável, por inadequação ambiental e risco para a população.


Durante a audiência, Vianel Lair Hanzen, o diretor da Yara-Brasil, também se pronunciou. Ele falou sobre negócios, a ética e a filosofia da empresa, e garantiu o compromisso da Yara em abandonar um projeto que pode ser perigoso ou significar riscos de qualquer tipo para pessoas.


Talvez a verdade, talvez apenas palavras vazias, uma vez que o projeto não é senão uma enorme ameaça.


Muitos interesses estão envolvidos, e como sempre, o dinheiro é o que conta mais. Os governos estaduais e locais e, acima de tudo, Bunge e Yara, vão lucrar às custas da população e da natureza. Em termos de sustentabilidade a mineração é uma contradição, uma expressão Bunge e Yara está usando como forma de marketing, que nada tem a ver com o significado verdadeiro.


A história parece ser sempre a mesma: as empresas dos países industrializados atuam nos países em desenvolvimento como jamais agiriam em seus paises de origem, é um pouco como no turismo - a linguagem é o dinheiro. Temos as nossas dúvidas se na Noruega Yara poria em risco 200.000 pessoas. Temos as nossas dúvidas se eles ainda se atreveriam a tentar isso. Aqui eles estão tentando aprovar este projeto por anos e pouco a pouco se aproximando de sua meta, ou, então, eles procuram insistentemente para realizar algo que eles sabem pode causar danos a um monte de gente. Isso significa que não sabemos se as palavras do Senhor Hanzen tenham ligação com a realidade ou não.


O parceiro na joint-venture, Bunge, foi julgado em 5 de março de 2008, para ser responsável de desmatar grandes áreas no Cerrado, a ecoregiâo da savana tropical no centro-norte do Brasil, causando a desertificação no município de Urucui. A madeira é usada como lenha para as instalações da Bunge para secar e armazenar grãos (principalmente soja). O mandato era o de suspender a utilização da madeira como matriz energética. Claro que, para ganhar tempo, eles recorreram da decisão com todas as suas influências, continuando destruindo o Cerrado e desrespeitando a sentença, que recentemente foi reendossado em 10 de janeiro de 2009, e a Polícia Federal brasileira abriu um inquérito contra a Bunge.
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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Pneus velhos viram tubos




Por RODRIGO SANTOS

Uma técnica pioneira em Pelotas achou uma utilidade para os pneus velhos acumulados em depósitos, ou àqueles que acabariam queimados por aí, prejudicando o ambiente. E melhor: economiza dinheiro dos cofres públicos.

O material está sendo usado em sistemas de saneamento da cidade no sul do Estado, para substituir os de concreto. A técnica - em fase de testes - chama a atenção por seus benefícios, e já tem gente querendo copiar. O sistema está em funcionamento em pelo menos em cinco locais diferentes de Pelotas, e os resultados têm sido positivos. Chamados de "ecotubos", eles estão sendo usados para tapar valetas em duas ruas, trocar pontes em zonas rurais e em fossas urbanas.

As utilidades não param por aí, afirma o arquiteto Fernando Caetano, da Secretaria de Qualidade Ambiental de Pelotas, que desenvolveu o conceito e a máquina para a confecção. Os pneus também servem para tratamento de esgoto, drenagem urbana, captação de água, contenção de erosões e levante e recalque de águas, por exemplo.

Para Caetano, o que torna o produto viável é o baixo custo, já que a matéria-prima pode ser facilmente recolhida:

- O preço de um tubo de concreto é, em média, R$ 140. Para o ecotubo, o preço estimado para venda no mercado é de R$ 35 a R$ 40.

A primeira máquina - e única, por enquanto - em funcionamento custou cerca de R$ 10 mil para ser construída. A produtividade, no entanto, compensaria o investimento. Um tubo de um metro pode ser feito em cinco minutos, se forem utilizados pneus de caminhão, e em 15 minutos, no caso de pneus de carro. Para se ter idéia, um tubo de concreto demora até 21 dias para ser feito.

A expectativa é de que, em menos de um ano, se obtenha certificação do Inmetro e uma eventual parceria da Caixa Econômica Federal para utilizar o sistema na construção de conjuntos habitacionais.


Como funciona a técnica

- Os ecotubos são feitos a partir de pneus de carro e de caminhões

- Dez pneus de carro produzem um metro de ecotubo. Já seis pneus de caminhão rendem 1m50cm. Cada dois tubos de pneus de caminhão substituem três de concreto, por exemplo

- O peso do tubo de 1 metro produzido com pneus (35 quilos) é quase três vezes menor que o de concreto com a mesma medida (100 quilos)

- O ecotubo absorve mais as vibrações da pista. Um tubo de concreto tende a rachar com o tempo

- A durabilidade também é maior, já que estudos comprovam que os pneus duram mais de 400 anos na natureza

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Fonte: Prefeitura Municipal de Pelotas/RS

O arquiteto da Secretaria de Qualidade Ambiental, Fernando Caetano, criou um sistema denominado Ecotubo, que vai transformar pneus radiais em tubos similares aos de concreto utilizados em obras. Após criar o conceito, o arquiteto desenvolveu uma máquina para a confecção dos tubos, fazendo com que finalmente esse tipo de material tivesse utilidade. “Antes esses pneus eram abandonados na natureza ou ficavam acumulados em depósitos, agora, esse material que antes não tinha utilidade servirá para solucionar problemas de saneamento básico”, destacou.

Visando apresentar o produto à comunidade, o arquiteto confeccionou os ecotubos na SQA, e irá executar a colocação amanhã (24), pela manhã, no loteamento Dunas, Bairro Areal, na valeta aberta ao lado do Centro Desenvolvimento Dunas (CDD). De acordo com o arquiteto, o que torna esse produto mais viável é o baixo custo que ele apresenta, já que a matéria prima pode ser recolhida. Ele ainda lembra que atualmente o preço de tubo de concreto é em média R$ 140,00, e para o ecotubo é necessário apenas o investimento na compra da máquina que o produz.

O ecotubo poderá ser utilizado no tratamento de esgoto, drenagem urbana, captação de água, contensão de erosões, levante e recalque de águas. A primeira utilização do ecotubo foi na casa do arquiteto, que em dois anos de utilização já pode constatar uma grande vantagem - o ecotubo suporta muito bem as tensões do terreno. Outro item favorável ao novo tubo é a produção, afinal enquanto um tubo de concreto leva 21 dias para ser confeccionado, o ecotubo leva apenas 15 minutos. ”Além de trazer economia, esse produto representa uma maneira de preservar o meio ambiente, afinal são necessários cerca de 400 anos para estes pneus se decomporem”, finalizou Caetano.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Amazonia para Sempre, Projeto Um Milhão de Árvores e Instituto Rã-bugio

Amazonia para Sempre



www.amazoniaparasempre.com.br/ (fora do ar)
http://amazoniaparasempre.taho.com.br

Projeto Um Milhão de Árvores
http://www.ummilhaodearvores.org.br


Instituto Rã-bugio

Germano Woehl Jr
., físico, coordenador de projetos do Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade – Jaraguá do Sul (SC)

Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade

Jaraguá do Sul – SC


http://www.ra-bugio.org.br/

Acompanhe nosso trabalho de Educação Ambiental nas escolas para salvar a MATA ATLÂNTICA

http://ra-bugio.blogspot.com/

quarta-feira, 6 de maio de 2009

PRODUÇÃO DE ENERGIA E ADUBO A PARTIR DOS ESGOTOS

Abaixo você vai assistir um documentário apresentado por André Trigueiro no Programa Cidades e Soluções, Neste programa você vai assistir os projetos desenvolvidos pela Itaipú, SABESP, SANEPAR, CEDAE e COPPE...



Domingo, 16/11/2008
Cerca de 53% do esgoto produzido no Brasil é lançado sem nenhum tratamento, ameaçando a saúde pública e poluindo as águas. Veja o que algumas cidades estão fazendo para transformar esgoto em energia.

fonte: http://especiais.globonews.globo.com/cidadesesolucoes/

A MINHA OPINIÃO SOBRE O ASSUNTO:

Não devemos permitir que empresas estrangeiras instalem-se com incentivos e recursos públicos e se utilizem de recursos que poderiam gerar renda para nós mesmos, vou dar um exemplo que envolve os criadores de suínos e galinhas... Seria muito mais vantajoso pra sociedade e para os próprios criadores que o estado lhe desse suporte técnico e financeiro para a instalação biodigestores que suprissem a demanda de energia de cada um e que quando sobrasse o excedente seria vendido ao sistema...

Atenciosamente

Eraldo Nazário
+55 48 8437-9696
www.eraldonaz.com

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Borra de café vira Biodiesel

SÃO PAULO - O café é uma excelente fonte energética e isso os apreciadores já sabiam. Só não sabiam que ele pode ser um bom combustível.

Cientistas da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, comprovaram que a borra do café é tão eficiente quanto a soja para produzir biocombustível.

A borra que normalmente é jogada fora contém de 11% a 20% de óleo, que poderia ser convertido em biodiesel e alimentar carros e caminhões. Portanto, o potencial de energia contido no pó de café do filtro de papel da sua cafeteira (que vai parar no lixo) é tão bom quanto o da soja e da palmeira, ambas com 20% de óleo.

Só que o café ainda leva vantagem em relação as duas matérias-primas: é rico em oxidantes, recursos necessários para a estabilidade do combustível.

Os cientistas utilizaram como material de pesquisa os grãos e borras descartados de uma grande rede de cafeterias americana. Segundo eles, a produção mundial de café gira em torno de 7,2 milhões de toneladas anuais, o que poderia render tranquilamente 340 milhões de galões de biodiesel. Dizem mais: países produtores do grão, como o Brasil, poderiam ganhar muito dinheiro com o combustível oriundo do café.

Quem sabe, daqui a alguns anos, contribuir com a produção energética nacional será mais um dos motivos para beber mais uma xícara de café.


fonte
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012009/18012009-1.shl#