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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Agricultura química

Benefícios pra quem?


Por Celso Dobes Bacarji, da Envolverde


Com o desenvolvimento do conhecimento técnico-científico nossa sociedade foi optando por consumir produtos cada vez mais dependentes das novas tecnologias. Hoje precisamos classificar de "orgânicos" quando queremos nos referir a alimentos produzidos sem o uso da tecnologia química, em toda a sua cadeia.

A indústria química do século 20 foi um sucesso retumbante. Uma tecnologia tão poderosa que conquistou mentes, corações e bolsos antes mesmo de se terem respondidas muitas questões sobre a sua segurança para a saúde humana e para o meio ambiente como um todo.

A sociedade foi forçada a consumir em massa produtos (não só alimentícios) impregnados de tecnologia química, como se fossem uma nova fruta, saborosa e nutritiva. Hoje, não há alimento no supermercado, fora das prateleiras de orgânicos, que não contenha desde um defensivo agrícola na sua produção até um conservante químico na sua industrialização, sem falar nas emissões de gases e outros efeitos colaterais desse modo de produção.

Estima-se que a indústria química tenha pelo menos 75 mil produtos diferentes utilizados em agrotóxicos, alimentos, remédios, plásticos, tintas, papéis, e subprodutos do petróleo. A química permite uma combinação tão fértil que todo ano esta indústria registra pelo menos mil novos produtos no mundo. Diante da falta de alternativas, e de informações, enfiaram-nos guela abaixo substâncias químicas que nunca antes haviam habitado o corpo humano. Muitas delas nem estavam presentes na natureza de forma pura...


Na minha opinião dá pra gente fazer uma horta em casa e até num vaso ou em uma floreira...  pense nisso.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PROGRAMA NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS





INTRODUÇÃO
Os Direitos Humanos são os direitos de todos e devem ser protegidos em todos os Estados e nações.
Direitos humanos referem-se a um sem número de campos da atividade humana: o direito de ir e vir sem ser molestado; o direito de ser tratado pelos agentes do Estado com respeito e dignidade, mesmo tendo cometido uma infração; o direito de ser acusado dentro de um processo legal e legítimo, onde as provas sejam conseguidas dentro da boa técnica e do bom direito, sem estar sujeito a torturas ou maus tratos; o direito de exigir o cumprimento da lei e, ainda, de ter acesso a um Judiciário e a um Ministério Público que, ciosos de sua importância para o Estado democrático, não descansem enquanto graves violações de direitos humanos estejam impunes, e seus responsáveis soltos e sem punição, como se estivessem acima das normas legais; o direito de dirigir seu carro dentro da velocidade permitida e com respeito aos sinais de trânsito e às faixas de pedestres, para não matar um ser humano ou lhe causar acidente; o direito de ser, pensar, crer, de manifestar- se ou de amar sem tornar-se alvo de humilhação, discriminação ou perseguição. São aqueles direitos que garantem existência digna a qualquer pessoa.

FONTE :  https://www.planalto.gov.br

(Clique acima para continuar lendo)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sobre os REFRIGERANTES


 **O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE**

Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
 

20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).
 

40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.
 

45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína.)
 

50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.
 

60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam.
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar.
 

Ficará irritadiço.
Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.
 

Pense nisso antes de beber refrigerantes. 
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Prefira sucos naturais.
Seu corpo agradece!*


Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett
Faculdade de Educação Física da UFMT
Mestrado da Nutrição da UFMT
Laboratório de Aptidão Física e Metabolismo - 3615 8836
Consultoria em Performance Humana e Estética

Chernobyl na Amazônia



Olá,

Eu acabei de assinar uma petição pedindo para a Chevron limpar o seu rastro tóxico deixado na Amazônia. A empresa está sendo processada por ter despejado bilhões de galões de lixo tóxico na Amazônia contaminando a população indígena e o meio ambiente. Participe você também, só leva 2 minutos:

http://www.avaaz.org/po/chevron_toxic_legacy/98.php?CLICK_TF_TRACK

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Caros amigos,

Uma longa batalha judicial entre a Chevron e o corajoso povo indígena da Amazônia Equatoriana está quase chegando ao fim. Os indígenas vem tentando conseguir uma resposta da multinacional em relação aos milhões de galões de substâncias tóxicas despejados na floresta.

Se a Chevron for obrigada a pagar bilhões em danos, o caso irá sinalizar o fim da impunidade para empresas poluidoras do mundo todo. Com uma perda iminente, a Chevron lançou uma agressiva campanha de lobby para abafar o processo .

O novo CEO da Chevron, John Watson, sabe que a marca da empresa está ameaçada – então vamos fazer a nossa parte! Assine a petição pedindo para o Watson e a Chevron limparem a sujeira que deixaram no Equador. A petição será entregue a eles, aos acionistas a à mídia americana – clique no link abaixo para agir agora:
http://www.avaaz.org/po/chevron_toxic_legacy/98.php?CLICK_TF_TRACK

Nos últimos anos, processos civis como este têm ajudado a mudar as políticas de algumas das maiores corporações do mundo. No entanto, a maior parte das multinacionais de petróleo gasta milhões de dólares todo ano em lobby e relações públicas para mudar leis ambientais e negar suas responsabilidades ambientais e de direitos humanos – e a Chevron é uma das piores.

De 1964 a 1990, a Texaco, pertencente à Chevron, despejou bilhões de galões de lixo tóxico na Amazônia Equatoriana e depois foram embora. Encarando uma derrota nos tribunais, a Chevron tem feito uso de seu poderoso lobby e departamento de relações públicas para intimidar seus críticos a ficarem em silêncio e se esquivar da culpa pelo enorme desastre ambiental e humano causado pela empresa.

A Chevron disse várias vezes que se recusa a pagar pela limpeza da região, mesmo obrigados pelo tribunal, dizendo que lutarão até o fim. A sua última estratégia: pressionar o governo dos Estados Unidos a obrigar o governo equatoriano a abandonar o caso.

Nós não podemos permitir que a Chevron esculache a justiça – vamos gerar um apoio em massa aos povos da floresta , ajudando-os a ganhar esta batalha. Clique aqui para assinar a petição e ajudar a entregar pessoalmente esta mensagem ensurdecedora ao novo chefe executivo da Chevron:

Cidadãos do Equador e ao redor do mundo estão se unindo contra uma das empresas mais sujas do mundo. Se ganharmos, isso será mais um passo para um futuro de responsabilidade corporativa, de direitos humanos e ambientais. Vamos juntar nossas vozes e divulgar essa campanha!

P.S. Essa campanha faz parte de uma iniciativa maior liderada pela Amazon Watch, Rainforest Network e outros aliados de direito ambiental e de direitos humanos ao redor do mundo. Saiba mais: http://www.texacotoxico.org/

Projeto beneficia turismo e agricultura familiar

turismo_regional
Cerca de 125 empreendimentos rurais serão beneficiados / Foto: Sérgio Amaral – MTur
Em uma viagem, para conhecer de verdade uma cidade, é preciso provar os quitutes, ver as belezas naturais e conhecer as pessoas do lugar. Dessa forma, além de conhecer novas culturas, é possível estimular o comércio regional e ajudar a desenvolver pequenas empresas familiares.

O Ministério do Turismo (MTur) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional e Sebrae-RS), apresentaram no dia 28 de janeiro o projeto Talentos do Brasil Rural: turismo e agricultura familiar a caminho dos mesmos destinos.

Por: Guilherme Costa 
Fonte:  http://blog.eco4planet.com

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

10ª caminhada Laguna/SC - Farol de Santa Marta

Vou postar algumas fotos da caminhada que partiu de Laguna rumo ao Farol de Santa Marta no último sábado do mês de Jan/2010, dia 30/01.
As fotos me foram enviadas pelo Fernando Lopes Fernandes pois eu fui logrado pelo sono e perdi a hora...
No próximo anos nós vamos acampar de barraca no ponto de largada, hehehe....


( CLICK NA FOTO PARA VER O ÁLBUM )

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Turbina Eólica Residencial

Turbina eólica residencial promete mudar o mercado

 
Utilizar as habilidades e ferramentas disponíveis ao seu redor para tornar o mundo mais sustentável. Foi isso que o designer Philippe Starck decidiu fazer. Apos ganhar notoriedade em todo o mundo por desenhar produtos que ele mesmo julgava “desnecessários”, ele começou a unir design funcional e sustentabilidade. Sua última criação foi apresentada no dia 27/01 e exibiu uma turbina eólica residencial que será comercializada em breve a preços acessíveis.

Durante a apresentação do Revolutionair, Starck afirmou que essa se trata de uma revolução no uso doméstico de energias alternativas. Com formato retangular e potência para gerar até 1.600 kWh por ano, o produto poderá ser instalado em jardins, quintais e telhados e abastecer casas e pequenas empresas com eletricidade limpa.


Agora eu deixo algo pra todos nós refletirmos:
Porque o governo não implanta algo realmente sustentável ao invés de atolar o bolso desses magnatas... eu coloquei uma matéria no meu blog que apresenta uma forma realmente correta de geração de energia...

Imaginem se pulverizarmos os nossos bairros, cidades, todo um estado e até um pais inteiro com turbinas eólicas  junto aos medidores de energia das nossas casas???

eles vão precisar investir menos nesse velho conceito de geração de energia que tira do povo e põem nos cofres deles... 

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O Haiti, o país da floresta perdida e a pobreza

Para qualquer pessoa que queira entender os problemas do mundo contemporâneo, a fronteira de cerca de 170 quilômetros de extensão que divide a grande ilha caribenha de São Domingos, entre a República Dominicana e o Haiti, constitui um enigma. Vista de cima, ela parece uma linha em ziguezague, recortada arbitrariamente à faca e separando bruscamente uma paisagem mais escura e mais verde a leste (o lado dominicano) de uma paisagem mais clara e mais marrom a oeste (o lado haitiano)”. Assim começa o capítulo dedicado à ilha do Caribe por Jared Diamon em seu best-seller “Colapso: Como as Sociedades Escolhem o Fracasso ou o Sucesso” (‘Effondrement. Comment les sociétés décident de leur disparition ou de leur survie’, Ed. Gallimard, 2008).  CONTINUA...

fonte:
Reportagem [Le pays de la forêt disparue] do Le Monde, no UOL Notícias.
EcoDebate, 29/01/2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Projeto da IFC em Anitápolis/SC

fonte:
http://blogpenadigital.blogspot.com/

Este conteúdo esta muito bem escrito, parabéns aos colunistas Arisson e César


As multinacionais Bunge e Yara estão deixando os ambientalistas em polvorosa com seu projeto de extração de fosfato no pequeno e rural município de Anitápolis-SC. Sob as promessas de gerar mais de 1,5 mil empregos diretos, o governo do Estado abraçou e prometeu subsídios e boas estradas até o local da jazida. A população da cidade se divide entre aceitar o empreendimento e protestar contra ele.

Mas qual a ligação que há entre esse projeto e a já poluída Lagoa Mirim (foto)?

Vamos voltar um pouco no tempo, antes de responder a pergunta, e relembrarmos fatos históricos.

A Indústria Carboquímica Catarinense-ICC, que por muitos anos foi a maior empresa de Imbituba, chegando a ter mais de 500 empregos diretos, era uma empresa de economia mista e fazia parte do Grupo Petrofértil, que era uma subsidiária da Petrobrás.
A ICC, com subsídios enormes do governo federal, produzia ácido fosfórico a partir da mistura do ácido sulfúrico, que era importado, e rocha fosfática, vinda de Goiás. O ácido fosfórico era vendido para empresas como a Adubos Trevo e Manah, que o utilizavam para a fabricação de fertilizantes e faturavam alto, pois a fabricação do adubo era muito mais rentável.
 
A ICC, com o fim da Petrofértil, entrou em liquidação iniciada no governo Collor. Naquela época, falava-se que a Indústria de Fosfatados Catarinense-IFC tinha interesse em adquirir a ICC e, a partir da exploração de fosfato em Anitápolis, fabricaria fertilizantes nas instalações da Carboquímica, localizada no Centro de Imbituba.
Em razão da recessão ocorrida no setor de fertilizantes nos anos 80, e com a consequente liquidação da Carboquímica, o projeto não decolou e a ICC virou um prédio abandonado por muitos anos, até que a prefeitura municipal passasse a utilizá-lo, precariamente, para fixar ali alguns órgãos administrativos.

A joint venture IFC foi criada em 1980 pelas multinacionais Bunge Fertilizantes, com sede em Nova Iorque, e Yara Brasil Fertilizantes, com sede na Noruega, com o objetivo de explorar a jazida de Anitápolis. O potencial dessa jazida foi constatado no final dos anos 70, através de estudos feitos pela empresa Adubos Trevo, que foi adquirida pela Yara.


Com o reaquecimento do setor de fertilizantes, voltou-se a pensar na exploração da jazida, porém, sem a ICC, a IFC resolveu construir a indústria ali mesmo em Anitápolis, no meio da Mata Atlântica (a foto mostra a Serra do Rio dos Pinheiros - região que será inundada pelos lagos da mineração e suas 2 barragens com 80 metros de altura sobre o nível do Rio dos Pinheiros), cujo o enxofre necessário para a fabricação virá através do Porto de Imbituba e seguirá pelas BRs 101 e 282, e pela SC 407 até Anitápolis. O escoamento da produção poderá ter o trajeto inverso.
A fábrica construída gerará cerca de 500 empregos diretos e fabricará não só o ácido fosfórico como também o produto final, o fertilizante.
Ainda que Bunge e Yara façam parte de um monopólio na área de fertilizantes, com lucros parecidos aos de bancos, boa parte dos investimentos serão financiados pelo BNDES e haverá incentivos fiscais do governo de Santa Catarina.

O projeto da construção, porém, não está sendo visto com bons olhos pelos ambientalistas e parte dos 3,2 mil habitantes daquele município, em razão dos possíveis problemas ambientais que poderão ocorrer por causa das atividades da empresa, bem como pelo grande desmatamento que haverá para a exploração do fosfato, numa área de aproximadamente 400 hetares, na qual também existe nióbio e urânio.
E segundo os ambientalistas, a provável poluição poderá afetar todos os municípios da bacia hidrográfica do Rio Tubarão, o qual deságua nas lagoas Santo Antônio, Imaruí e Mirim. A poluição seria provocada por resíduos químicos, que tornaria ácida as águas da bacia e, consequentemente, traria grandes riscos à produção de peixes e de camarão produzidos nos rios e lagoas citadas. O assunto já foi abordado até pelo Estadão, com bastante detalhes.

Alguns municípios que fazem parte da bacia do Rio Tubarão estão se mobilizando para exigir da IFC maiores explicações e garantias de que não haverá prejuízos ambientais e turísticos, como também e, principalmente, à saúde da população, já que vários municípios, incluindo Florianópolis, captam água de mananciais existentes na região de Anitápolis.

Em razão do embate, o projeto foi parar na Justiça Federal, que no fim de 2009 concedeu liminar favorável à ONG Montanha Viva, para que o empreendimento não fosse adiante. A maior briga está nas licenças já concedidas pelo famoso órgão de fiscalização de Santa Catarina: a FATMA. Os ambientalistas suspeitam dos critérios utilizados pela FATMA para conceder as licenças, bem como afirmam que, se tratando de Mata Atlântica, de preservação federal, o órgão fiscalizador deveria ser o IBAMA.
Você poderá ler a decisão liminar da Justiça Federal clicando aqui. Contudo, transcrevo parte da decisão:
DEFIRO EM PARTE A LIMINAR para suspender os efeitos da Licença Ambiental Prévia n. 051/2009 e impedir a instalação do Complexo de Fabricação de Superfosfato Simples no Município de Anitápolis/SC; conseqüentemente, determinar à FATMA que se abstenha de expedir a Autorização de Corte e às empresas rés de qualquer ato tendente à supressão de vegetação ou início das obras, até decisão final nesta ação. Defiro apenas a notificação dos municípios extremantes com vocação turística e dos que compõem a Bacia Hidrográfica do Rio Braço do Norte, para que, querendo, integrem o polo ativo da ação, na qualidade de assistentes da parte autora: Rancho Queimado, Águas Mornas, Braço do Norte, Grão Pará, Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima e São Ludgero.
Uma outra preocupação da ONG é com referência às duas barragens que serão construídas em virtude do empreendimento. Um possível rompimento de uma dessas barragens pode trazer impactos negativos ao complexo lagunar de nossa região, como também afetar a região da APA da baleia franca.

Leitores, eu não tenho nenhum conhecimento de alguma iniciativa do governo municipal de Imbituba no sentido de verificar os possíveis prejuízos ambientais ou econômicos que o projeto em Anitápolis possa trazer ao nosso município. Muito menos tenho conhecimento de que a imprensa local tenha divulgado qualquer informação a respeito.
Penso que o assunto é muito sério e a população deve saber a respeito do que está acontecendo, assim como o governo local deve buscar todas as informações possíveis, repassá-las à população e tomar providências jurídicas, se for o caso. Sendo o prefeito José Roberto Martins o presidente da AMUREL, poderá ele convocar uma reunião - se ainda não o fez - com os demais dirigentes municipais, para debaterem acerca do projeto industrial.

Deixo aqui mais alguns links para os leitores acessarem e obterem mais informações a respeito do caso:

Obs.: Hoje, após publicar este post, recebi email do presidente da ONG Montanha Viva sugerindo a leitura de matéria publicada pelo Instituto Sea Sheperd - Brasil, entidade esta que advertiu sobre os riscos do projeto de Anitápolis. A matéria também foi publicada hoje.
Portanto, deixo o link:
-Mineradora norueguesa ameaça litoral catarinense.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

EcoBrisa é ecológicamente correto e gasta 90% menos energia...

Modelo EB-10 Portátil, de alta eficiência.
  1. EB10 Cores
    O novo EB-10 é o climatizador portátil que realmente resfria o ar, pois utiliza o mesmo sistema dos resfriadores evaporativos ECOBRISA de uso industrial e comercial. Consumindo menos do que uma lâmpada de 100 watts, reduz em até 10 °C a temperatura ambiente, proporcionando 90% de economia de energia em relação a um ar condicionado de 7000 BTU/h. O EB-10 portátil pode ser operado inteiramente por controle remoto, é de fácil manutenção e está disponível em diversas cores.






    Esquema do Funcionamento do Resfriador Evaporativo

    O resfriador de ar ECOBRISA possui um ventilador que aspira ar externo através de um painel evaporativo especial, sobre o qual água é circulada continuamente por uma pequena bomba. A água que evapora é reposta por uma bóia que mantém nível constante no reservatório. O painel evaporativo do resfriador de ar ECOBRISA é o mais moderno e eficiente meio evaporativo existente. Importado dos Estados Unidos, é composto por camadas de papel kraft de alta qualidade, ondulado, poroso, impregnado com uma resina que lhe confere grande rigidez e durabilidade. Uma vez coladas, as camadas formam blocos ou colméias de área superficial muito grande, que oferecem baixa resistência ao fluxo de ar. O resultado é um equipamento de grande eficiência, compacto, simples, durável e de baixa manutenção que produz ar limpo de excelente qualidade, não saturado e resfriado em até 12°C abaixo da temperatura do ar externo.

    fonte:  http://www.ecobrisa.com.br/vantagens.html
    ( A EcoBrisa é uma empresa patrocinadora da revista AFTB em fovo )